sábado, 31 de janeiro de 2009

O cachorro da família

Quem nunca teve ou tem um cachorro para alegrar a vida? Um animal como esse também serve para as pessoas ganharem mais responsabilidade, afinal alguém depende dos seus cuidados sem nunca reclamar. Na verdade, vira um verdadeiro filho ou filha porque ganha carinho, presentes e atenção igual ou, em alguns casos, maior em relação ao ser humano. Em Suzano, o cão da vez da família também se tornou uma bela terapia para ajudar na minha recuperação.

Desde que os meus pais moram nessa residência, inclusive a boa parte da minha infância, 12 cães já passaram por aqui. Foram quatro pastores alemães com nomes Julião, Sheik, Halley e Schumacher, três pastores belgas (Nick, Benji e Ninon), três vira-latas (Julin, Pixote e Ringo), um pequinês (Pingo) e até um são bernardo (Tuti). Quanta variedade.

A bola da vez é o Schumacher. Ele convive conosco desde 2002 quando eu e o meu pai fomos buscá-lo na casa de um rapaz que compareceu à delegacia de polícia para saber se a Polícia Militar queria mais um cão nos quadros da corporação. A doação era necessária porque o outro cachorro do antigo dono judiava dele. Assim, a família decidiu adotá-lo.

O nome foi escolhido devido à sua raça. Nada como um alemão para dar nome a um pastor alemão, como mencionou o Jonathan. O animal cresceu, deu alegrias a todos nós nesse tempo e vigia a casa com o seu porte.



Atualmente, o Schumacher me auxilia voluntariamente com a fidelidade canina. Sempre quando saio no quintal, ele se aproxima imediatamente de mim e coloca sua cabeça para acariciá-lo. Ou ainda, se joga nos meus pés para brincar. Nesse período, costumo esquecer totalmente dos meus problemas e das dificuldades dessa fase de recuperação.

Mas também não me esqueço da alimentação, apesar dessa missão ser feita diariamente pelo meu pai por vontade própria. Esporadicamente, levo a comida dele. Para agradá-lo, também levo alguns ossinhos ou pão durante o dia. O fiel cão fica numa felicidade. Essa situação me obriga a fazer um esforço para andar, o que ajuda na reabilitação.

Além dessa colaboração, um cachorro também tem outras missões se ganhar atenção. Uma delas é transformar seu dono na pessoa mais importante do mundo com a lealdade. O animal não te abandona tanto nas horas alegres quanto em tempos difíceis, diferentemente do ser humano, que só leva em consideração os bons momentos que aconteceram antes do acidente. Fora isso, é o único amor que a gente consegue comprar sem exigir nada em troca.

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