sexta-feira, 1 de maio de 2009

A centésima postagem

Depois de enfrentar as eleições municipais, o início da crise econômica que derrubou o mercado mundial, contar os dramas pessoais em razão do acidente e reviver histórias antigas da minha carreira, chego no exato momento a uma marca histórica nesse blog. Em quase oito meses de existência, escrevo agora a centésima postagem no espaço, criado em setembro de 2008. Para comemorar, nada melhor que comentar sobre a minha sobrinha, a Rafaela.

Foi tudo coincidência. É a pura verdade. Quando fui escrever sobre a última visita do tio coruja aqui à sobrinha, vi no administrador que seria a postagem número 100 do blog. Não tinha como passar em branco, não é mesmo? Além de festejar o total de textos alcançados, aproveito para dizer que a linda bebê é de fato a melhor amiga do coelho Sansão. A presença dele arranca inúmeros risos dela. 

Com apenas dois meses, a Rafaela é sucesso de público e bilheteria, principalmente na minha página do Orkut. Quem vê as fotos, não resiste e deixa pelo menos um comentário. Tem como ignorar essa fofura? Eu não resisti e a deixei o tempo todo no meu colo.



Como um bom tio coruja, também dei aquele beijo nela:



O carinho foi tanto que ela ficou calma e não resistiu ao sono:



Após bajular a linda sobrinha, eu arremato que a experiência nesse blog foi muito produtivo até agora. Foi uma maneira de exercitar algo muito bom e necessário para o jornalista. Aqui, consegui contar histórias de forma criativa, desde uma simples atitude no dia-a-dia, um lamento, um devaneio cômico e fatos interessantes da carreira.

Se depender de mim, atingirei as marcas de mil, um milhão, um bilhão e... O jeito é deixar o número de postagens que quero alcançar em aberto. Não tenho palavras para agredecer quem costuma passar por aqui.

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Uma bailarina em minha vida

De fato, a fase de recuperação trouxe grandes surpresas. Não imaginava que uma bailarina iria mudar a minha vida durante essa reabilitação demorada, mas bastante eficiente. E realmente deixou marcas muito positivas em mim, com toda a certeza do mundo. Ela me ajudou bastante a resgatar totalmente os movimentos da minha perna esquerda, que ficou atrofiada depois uma imobilização de 20 dias por conta do acidente.

Mas é claro, darei todas as pistas para descrevê-la. Ela é morena, ou ruiva, ou loira? Tem cabelos lisos, compridos ou curtos? Sua beleza encanta os homens? Nada disso, a bailarina a qual me refiro não tem nenhum atributo feminino. Trata-se de um tipo de alongamento passado pelos fisioterapeutas.

O exercício foi prescrito como forma de ganhar, aos poucos, a extensão total da perna esquerda, até então com um encurtamento da musculatura em razão de ter ficado imobilizada. O objetivo é alongar a parte posterior dos membros inferiores. Na linguagem mais prática, a parte de trás delas.

A medida foi necessária porque os profissionais não conseguiam fazer os outros alongamentos devido à intensa dor no joelho esquerdo, comprometido devido a um estiramento ocorrido junto com o deslocamento do fêmur. Com a bailarina, eu mesmo seguia os meus limites.

Por causa disso, eu divido a fisioterapia em duas etapas: antes da bailarina e depois da bailarina. Durante a primeira fase mencionada, a evolução das sessões era muito lenta, pois precisava ganhar a extensão da perna para progredir. Só apenas quando comecei a fazer esse alongamento, consegui os primeiros resultados positivos, como largar as muletas e depois a bengala.

Sem essa bailarina, não iria nem mesmo obter o fortalecimento da perna. Graças a ela, logo começarei a treinar pequenas corridas. Viu só quanta eficiência? Agora é seguir os demais exercícios passados pelos fisioterapeutas, rumo à reabilitação total.

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Como auxiliar de cozinha

A recuperação já me propicia alguns avanços no meu dia-a-dia. Ainda bem, pelo menos consegui essa tão aguardada evolução, como ficar em pé, andar sem bengalas dentro de casa e arriscar as caminhadas na rua. Ainda não está no ritmo normal, mas comecei a fazer algumas atividades como forma de não me manter totalmente parado. O jeito foi assumir alguns afazeres domésticos leves, é claro. Desta forma, até coloquei um traje especial para o grandioso momento.

Nos últimos dias, me transformei no ajudante de cozinha do meu pai, o grande responsável por preparar as refeições da casa. Dentro da rotina da casa antes do meu retorno, ele é o que pilota o fogão nos dias de semana porque é o primeiro a chegar após um dia de trabalho. Assim, existe até um cardápio regular, principalmente no jantar.

Para desempenhar a função, até coloquei o meu avental personalizado, que ganhei em 2002 ainda quando morava em São José dos Campos. O mesmo foi feito sob medida pela tia Nice.



Não existe um dia certo para um determinado prato, mas sempre é servido uma boa variedade, bem ao estilo comida caseira. Nesta relação, destacam-se o bolo de carne, frango assado, bife a parmegiana, carne assada com legumes e até peixe.

Com um verdadeiro ajudante de cozinha, lavo a louça, limpo a pia, recolho os pratos na mesa e deixo a cozinha engatilhada para o titular assumir.



Ontem mesmo, resolvi ir mais além. Colaborei com o banquete ao preparar um purê de mandioquinha. Neste caso, a ajuda foi pequena. No entanto, tem um grande significado. Trata-se da primeira vez que eu cozinhei depois do acidente, em novembro.  Antes disso, eu mesmo precisava dar os meus pulos como piloto de fogão, afinal morava sozinho em São Bernardo do Campo e também não tinha a família perto nos tempos de São José dos Campos.

Aos poucos, eu retomo a minha vida normal nos pequenos detalhes. Por esse motivo, comemoro como se fosse uma vitória cada avanço que passa despercebido pelas demais pessoas, pois essas ações são corriqueiras.

terça-feira, 28 de abril de 2009

É a vida

Perdi muitas coisas depois de ter sofrido o acidente de trânsito, bem no começo de novembro passado. A sensação é de que a minha vida teve um freio total, igual à tentativa feita por mim para parar o carro e evitar o desastre. O breque não foi suficiente com o carro, mas estagnou o meu dia-a-dia. Foram baixas pessoais e materiais, consideradas até demais numa só oportunidade. Apesar disso tudo, não reclamo de nada. Pelo contrário, pois recebi o melhor presente de todos.

Por conta desse fato, a perda do meu veículo foi total. A destruição atingiu a dianteira e também o interior do meu automóvel, recém-saído da funilaria. Estava com o veículo há dois dias. O objetivo era deixar tudo em ordem para vendê-lo e tentar adquirir um modelo mais novo. Agora o destino dele será, nada mais nada menos, que uma oficina de desmanche. Consertar todos os danos consumiria grana demais e correria o risco de não ficar do mesmo jeito. Tudo bem.

Mas não foi apenas o carro. No lado pessoal, perdi minha liberdade de morar sozinho, além da possibilidade de me locomover para onde quisesse ir. Com ou sem veículo, eu fazia isso. Como é bom poder agir desta maneira. Uma forma de também sentir saudades da família e visitá-la quando possível. No entanto, dei um ou dois passos para trás. Voltei a morar com os meus pais porque dependia da ajuda deles para tudo. Até na hora de tomar banho. Até hoje, resido com eles. Mas isso eu posso reconquistar logo.

Também tive perdas na minha vida afetiva. Por causa do acidente, o que pensei ser o grande amor da minha vida ficou apenas nas minhas lembranças. Como justificativa, só me resumo às diferenças das relações humanas. Cada um pensa de uma maneira. Alguns acham que devem agir de uma forma, outros pensam de forma divergente. Mas admito, pois tratava da baixa mais inesperada. Amei muito, demais, Deus sabe como. Mas Vinícius de Moraes já dizia "é eterno enquanto dura".

Parece uma história trágica, mas não é. Foi preciso contar tudo isso para justificar que as perdas nada se comparam à maior lembrança dada por Deus. O presente veio lá de cima, com toda certeza do mundo. Eu ganhei uma nova vida. Afinal, quem tem uma oportunidade de nascer de novo e ter a possibilidade de voltar à rotina sem sequelas, mesmo de forma gradativa? Precisei vencer barreiras, sofrimentos, desilusões, dores físicas e outros problemas.

Novamente, repito. A recompensa foi a vida, que dou mais valor desde então. A felicidade é tanta. Comemoro cada passo dado, ainda com dificuldades. Mas isso será passado. Na rua, o sorriso fica estampado no meu rosto. Os demais devem achar que tenho uma ótima situação financeira, sem dívidas e outras coisas mais. O que é isso em comparação com esse renascimento?

A resposta é nada. Quanto a andar de condução - ônibus, trem e táxi - para ir aonde quiser, isso não me desanima mais. Afinal, poderei me empenhar e comprar outro carro no futuro. Só preciso de vida e saúde. Já a perda de um amor, não interpreto como uma baixa porque talvez eu ainda não tenha encontrado a pessoa ideal. Com a vida mais radiante dentro de mim depois do acidente, conseguirei essa outra meta. Sem querer ser redundante e pela última vez, é a vida.

Mais uma triste notícia

De fato, as últimas 12 horas foram suficientes para trazer muitas notícias ruins e tristes, que envolvem jornalistas e profissionais indiretos da área. Essa chegou agora, ao abrir o e-mail de resposta do meu amigo Aurélio (aquele mesmo de São José dos Campos). Ao perguntar sobre notícias da Paulinha Maia, ele me anunciou outra bomba. O repórter fotográfico Ricardo Mega morreu neste sábado.

Ele morava em Florianópolis (SC) desde 2000. Com mais essa triste notícia, fui atrás de mais dados pela internet. De acordo com o Diário Catarinense, Mega faleceu vítima de uma infecção surgida após um Acidente Vascular Cerebral (AVC). Ele estava internado há 20 dias. O corpo dele foi cremado nesse domingo em Curitiba (PR).

Além disso, corri atrás de outras informações. Outro colega jornalista na ilha falou que Mega também lutava há dois anos contra um câncer de intestino. Só não se sabe se o AVC tem ligação com o câncer.

Antes de desembarcar na capital catarinense, o fotógrafo trabalhou na regional da Folha de São Paulo em São José dos Campos e no jornal ValeParaibano, na mesma cidade, de onde saiu pouco antes da minha chegada nesse matutino para morar em Florianópolis. Lá, atuou no jornal A Notícia e no próprio Diário Catarinense.

Eu o conheci em setembro de 2001, durante minha primeira viagem a Floripa. Partimos para a cidade bem no dia 11 daquele mês, em meio aos ataques terroristas ao World Trade Center, em Nova York (EUA). Por uma semana, um dos chalés construídos nos fundos da casa dele abrigou o trio em férias, composto por mim, Aurélio e Pedro Ivo Prates. Todos nós trabalhávamos no ValeParaibano.

Fica aqui mais um triste registro aqui nesse blog. Os dados mais precisos estão no http://www.clicrbs.com.br/diariocatarinense/jsp/default.jsp?uf=2&local=18&section=Geral&newsID=a2488961.xml.

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Outra triste notícia

Conversei hoje com uma amiga jornalista e infelizmente recebi outra triste notícia. Se já estava chateado, fiquei mais ainda ao saber que outra colega de profissão está internada. Como é ruim falar disso, mas a assessora de imprensa da Cia. Athletica, Paula Maia, foi vítima de um Acidente Vascular Cerebral (AVC) enquanto participava de um evento da academia onde trabalhava.

O fato lamentável caiu como uma bomba por aqui. Segundo as informações publicadas no blog da editora de fitness da revista Boa Forma, Christina Biltovoni, o fato aconteceu no dia 27 de março passado. Paulinha, como é conhecida, sofreu um AVC que paralisou o lado direito do corpo e comprometeu a sua fala. Segundo os médicos, ela tinha uma lesão na carótida, uma artéria que passa pelo pescoço e vai até o cérebro.

Desta forma, Paulinha continua internada no Hospital São Luiz, em São Paulo. Infelizmente não sei mais detalhes dela hoje. Conheço ela desde os tempos em que trabalhei no ValeParaibano, em São José dos Campos. Com apenas 34 anos, ela também atuou nesse mesmo jornal antes de mim e depois foi para a sucursal da Gazeta Mercantil no Vale do Paraíba. Com o fechamento desta unidade em razão da crise nesse matutino, se transferiu para a sede, na capital, e mais tarde se tornou assessora de imprensa da Cia. Athletica.

Quanto a mim, fica a torcida pela sua recuperação. E quem quiser saber mais informações sobre o ocorrido, infelizmente vale a pena visitar o blog de Christina Biltovoni e participar da corrente positiva em favor dela. Está no http://boaforma.abril.com.br/blog-desafio-verao/index.shtml?157440_comentarios1.shtml#ancora.

Desta forma, também reproduzo a última foto dela tirada antes de ter sofrido o AVC. Ela aparece à esquerda na imagem. E quem tiver novas informações da Paulinha, por favor fique a vontade de postar algo aqui:



Sobre chorar

Não é nada vergonhoso chorar. Seja num momento de alegria, de tristeza ou de emoção, essa manifestação ajuda uma pessoa a administrar seus sentimentos. Talvez seja a melhor forma de fazer isso pelo ser humano. É a pura verdade.

Agora eu admito. Como eu suportei a pior fase de recuperação após o acidente? Essa prática foi um desses artifícios. Não tenho nenhum preconceito de admitir. Ou seja, tem coração quem consegue chorar.

Mas as explicações não ficarão por minha conta. Desta vez, fiz só uma introdução para quem passa por aqui fazer uma visita ao blog "The Ideas of a Vintage Doll", escrito pela minha priminha. Até parece que é uma criança devido ao meu modo de me referir à Bruna, mas como eu a vi crescer...

Estudante da faculdade jornalismo, ela tem o imenso prazer de admitir que sou o culpado disso. O jeito é conviver com essa cruz. Assim, convido para dar uma chegada ao blog dela. "Sobre chorar" está no http://theideasofavintagedoll.blogspot.com/2009/04/sobre-chorar.html.


Uma triste notícia da UMC

Estava numa felicidade só porque consegui mais materiais produzidos por mim durante os tempos de faculdade. Grande parte dele era o especial feito sobre os Beatles para o sistema de som do campus, a conhecida Rádio UMC. Mas essa alegria deu lugar à tristeza quando soube notícias do operador de áudio do estúdio naquela época. Após a minha singela lembrança aqui nesse espaço, recebi a informação de que Cláudio do Prado havia morrido há alguns anos.

Benedito Cláudio do Prado faleceu numa tentativa de assalto a um estacionamento onde trabalhava, após ter deixado o emprego na Universidade de Mogi das Cruzes (UMC). Foi o próprio professor da faculdade, Nivaldo Marangoni, que me disse nesse último contato feito nos últimos dias. O fato me deixou chateado porque ele sempre nos ajudou a colocar o nosso projeto no ar, em 1996.

No entanto, o professor não soube dar mais detalhes sobre o assunto. Fica aqui o meu registro triste no blog, depois de ter publicado os quatro programas aqui. Talvez tenha sido um aviso do Senhor lá em cima para fazer a simples homenagem antes de tomar conhecimento dessa notícia.

Cláudio, onde quer que você esteja, saiba que o projeto UMC em Notícias organizado pelos alunos do terceiro ano da faculdade de jornalismo em 1996 também foi possível graças a sua boa vontade e dedicação com o grupo. Ou seja, seu lugar na equipe foi conquistado por isso. Agora é seguir em frente, pois infelizmente não vivemos apenas de boas notícias nesse mundo.


domingo, 26 de abril de 2009

Mais do que isso

Ultimamente, uso o recurso de ouvir música como forma de pensar ou mesmo tirar conclusões da vida. Coisa de quem está com a mente ociosa. Mas é isso mesmo, pois continuo afastado e em recuperação devido ao acidente. Garanto que nada ocorreria desta maneira durante o batente na redação e atrás das reportagens. Tudo bem, trata-se de uma fase que vai passar.

Assim, o jeito é compartilhar. Nos últimos dias, eu escutei "More than this", regravada em 1997 pela banda 10000 Maniacs. A original é da banda Roxy Music, mas prefiro essa segunda versão. A tradução do título é a frase que dá nome a esse texto.

O conteúdo dela me faz viajar dentro das minhas boas lembranças, questionar e tirar conclusões das minhas atitudes. A sensação, como diz a canção, é "porque o mar durante a maré não tem nenhum modo de voltar".

O jeito é assistir ao clipe. Já gostava dessa música desde a época em que fazia sucesso nas rádios. Para os interessados, o álbum com essa canção, "Love Among the Ruins", é muito bom. Talvez, eu tenha ficado mais tranquilo quando o assunto é música, pois na adolescência só ouvia rock pesado.


sexta-feira, 24 de abril de 2009

Mupy e o Terra TV

Voltava para minha casa. Em vez de ir direto a esse destino, fiz uma pequena parada no meio do caminho devido a um anúncio na porta de uma pequena loja de alimentos existente no centro de Suzano. Era a publicidade sobre aquele leite a base de soja chamado Mupy. Aqui, o produto é muito vendido. Alguém conhece a bebida, principalmente a existente na embalagem tradicional que é em saquinho plástico? Pode parecer estranho, mas o fato me fez lembrar da antiga equipe do Terra TV, onde trabalhei por cinco meses.

Mesmo esquisita num primeiro momento. a associação que fiz tem sentido. Uma das jornalistas desse grupo é a filha do proprietário da empresa fabricante da bebida. E as minhas recordações foram mais além. Entre outubro e novembro de 2006 (não sei o mês exato), a Fabi distribuiu o produto para toda a equipe do antigo Jornal do Terra, antes veiculado ao vivo pela internet. Os beneficiados foram desde um simples mortal no grupo, como eu, até o editor-chefe do núcleo, José Roberto de Toledo.

Por esse motivo, as brincadeiras não poderiam faltar. Vieram muitas ideias, uma delas a sugestão dela montar uma mega assessoria de imprensa para o produto. E, desta forma, ela levaria todos para trabalhar no local. Os risos foram inevitáveis. Bons tempos!

Momentos descontraídos a parte, essa equipe do núcleo de TV do Terra não era o atacante Ronaldo, mas foi fenomenal naquela época. O grupo era composto com uma mescla de profissionais altamente experientes e competentes com jornalistas bem mais novos no ramo, mas com muita vontade de trabalhar. Nesse ambiente, eu era o para-quedista, porque não sei em qual situação me encaixaria. Não tinha tanta vivência dos mais velhos, mas também não estava entre os jovens.

Aprendi demais com esse pessoal. Tive a oportunidade de absorver conhecimentos com um ex-correspondente internacional e um ex-repórter especial, ambos vindos da Folha de São Paulo (pela ordem, Jaime Spitzcovsky e o Toledo), um antigo editor da Rede Globo e hoje consultor de qualidade da TV Record (Octávio Tostes), além de dois excelentes âncoras (Caio Camargo e Maria Lins).

Ainda tinham outros jornalistas promissores no grupo: Fabiano Falsi, Helena Fruet, Tiago Mali, Larissa Domingos, Anapaula Ziglio, Lara Hassum e a Fabi (Fabiana Unichaka). De longe, foi a melhor equipe que trabalhei graças ao profissionalismo e dedicação de todos durante as eleições presidencial e para governadores, em 2006.

Para encerrar aquele ano, houve grande uma confraternização junto com a equipe de esportes do Terra TV e outros amigos jornalistas. Por isso, fizemos a tradicional pose para a foto:



Eu devo muito a essa equipe dentro da minha carreira de 15 anos. Por conta do nosso esforço, consegui até ficar com um visual mais sério, num esforço de passar credibilidade na hora de dar notícias. Será que consegui? É só avaliar:



Depois dessas saudosas lembranças, eu voltei àquele momento na loja. Como eu gosto de beber Mupy desde criança, levei 12 unidades em saquinhos. O objetivo era consumir no café da manhã e, às vezes, durante a tarde. Fabi, eu tenho um aviso. Se depender da colônia japonesa em Suzano, a fábrica se expandirá ainda mais e será suficiente para montar aquela assessoria de imprensa para a bebida, viu. Se isso acontecer, quero uma vaga.