sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

A primeira matéria de TV

Em meio à folia do Carnaval, recebi um material inusitado. Jamais imaginei que veria esse conteúdo novamente, depois de 12 anos. Devido ao cuidado do meu colega de classe e amigo José de Almeida Jr, tive acesso às imagens feitas para o que deveria ser a minha primeira matéria de TV. Na verdade, o material fazia parte do nosso projeto referente a um trabalho da faculdade de jornalismo. Quanto tempo!

No entanto, o grupo decidiu abandonar essa empreitada no meio do caminho. Desde então, não soube mais onde estava todo esse material coletado. Infelizmente, uma parte desse acervo bruto se perdeu no tempo. O que sobrou disso foi enviado para o meu e-mail pelo Zé. Pelo menos, alguém dessa equipe era mais responsável naquela época.

Ele apenas conseguiu conservar a minha passagem e um pequeno trecho de imagens feitas em 1996 na loja de instrumentos Contemporânea, no centro de São Paulo. O local é um ponto de encontro de músicos, que se reúnem todos os sábados para tocar chorinho. Vale a pena ir. 
 
Para quem não sabe, a passagem de uma reportagem de TV é uma intervenção em que o repórter aparece na tela. É uma forma de deixar a sua assinatura, ao falar uma informação para valorizar a matéria. Mas não foi o caso nessa primeira incursão nos meios televisivos.

Infelizmente, perdemos outras imagens feitas no local e as entrevistas com alguns músicos. Ao receber o pouco material do Zé, veio uma ideia. Por que não concluir esse projeto? Assim, nada como uma internet. Fiz uma apuração bem rápida, coletei fotos, imagens atuais da loja na internet e....corrigi um erro cometido nessa mesma passagem. Fazer o quê. Coisas dos tempos de faculdade.

Desta forma, concluí a minha primeira matéria de TV apenas para fins de memória. Eu já adianto. A qualidade das imagens não é das melhores porque foram feitas com uma filmadora caseira. Além disso, a participação na tela de quem vos escreve é terrível.

O grupo desse trabalho era composto por Eric Fujita (reportagem), José de Almeida Jr (imagens) e Régis Camilo (produção). Quem quiser ver....Ainda bem que não vale mais nota...


quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Sobre uma emissora do Nordeste

Estou de volta, após um período dedicado aos projetos pessoais. Na verdade, essas atividades são as de arrumar o guarda-roupa, parte das bagunças no quarto onde estou, entre outras. Mas retomarei alguns desses projetos ainda neste final de semana.

Apesar de desocupado temporário, a rotina deu uma apertada nesse pós-carnaval. Precisei ir a São Paulo para buscar o meu auxílio-doença, a minha atual fonte de sobrevivência. Por causa da minha limitação, o jeito foi novamente depender da boa vontade do meu pai.

De volta aos teclados, recebi uma notícia bem curiosa que veio do blog "Rastreadores de Impurezas" sobre a TV Diário, do Ceará. Vale a pena conferir.


domingo, 22 de fevereiro de 2009

Uma atitude narcisista?

Quando costumava frequentar a roda de colegas nos mais diferentes lugares, muitos deles faziam críticas à prática de musculação. Como motivo, eles apontavam a existência de muitos espelhos, colocados em todas as paredes da sala onde ficam os aparelhos. Em meio ao comentário, os amigos questionavam sobre a graça de fazer exercícios e, ao mesmo tempo, olhar o próprio reflexo. Alguns acham que os adeptos são mais "delicados" porque gostam de espiar a si mesmo. Ou será uma atitude narcisista?

As recordações sobre o assunto vieram durante mais uma sessão de fisioterapia para recuperação. Na ocasião, eu também preciso usar o espelho nos exercícios. Antes de utilizá-lo, tive uma grandiosa ideia. Coloquei o mesmo bem na entrada da sala onde os pacientes realizam as atividades de reabilitação. Quem se dirigia ao corredor de acesso, dava de cara com a própria silhueta. Será uma brincadeira boba?

Infelizmente, nenhum outro paciente se deparou com o reflexo porque uma das fisioterapeutas foi a primeira a passar no corredor. A Débora estranhou o espelho naquela posição e, evidentemente, o retirou do local onde havia colocado. Como previsto, ela perguntou quem tinha feito isso. Respondi que a ideia foi minha para o pessoal exercitar a prática narcisista. Todos os presentes na sala não se contiveram e caíram na risada. Que coisa, não é mesmo?

Agora, a parte séria e esclarecedora da história. De fato, o uso do espelho, tanto na musculação quanto na fisioterapia, serve para olhar no próprio reflexo. No entanto, não é para a prática narcisista. A iniciativa é necessária para pessoa corrigir sozinha os movimentos passados pelo educador físico ou o fisioterapeuta. Eu me lembro quando entrei pela primeira vez numa sala de aparelhos da academia. Estranhei todos aqueles espelhos. Aos poucos, entendi a necessidade deles.

Para completar, vamos à parte cultural. A origem da palavra narcisismo vem como forma de descrever a característica de personalidade de paixão por si mesmo. É derivada da Mitologia Grega. Narciso era um jovem e belo rapaz que rejeitou a ninfa Eco, que desesperadamente o desejava.



Como punição, foi amaldiçoado de forma a apaixonar-se incontrolavelmente por sua própria imagem refletida na água. Incapaz de levar a termos sua paixão, Narciso suicidou-se por afogamento. Espero ter colaborado com a parte didática, ao contar uma brincadeira que fiz no meu dia-a-dia.

sábado, 21 de fevereiro de 2009

Preparado para o Carnaval

Uma grande quantidade de filmes ao lado do aparelho de DVD, todos cuidadosamente escolhidos na locadora. Computador ligado a maior parte do dia para navegar na internet ou assistir aos vídeos dos meus cantores favoritos. Músicas devidamente selecionadas no telefone celular que tem tocador de MP3. E um livro na cabeceira da minha cama. Agora sim, estou preparado para tentar me isolar dos quatro dias de folia. Eu não posso viajar como forma de fugir do Carnaval em razão dessa fase de recuperação do acidente.

O jeito então é procurar coisas que gosto de fazer durante as horas de lazer como forma de substituir a programação das principais emissoras de TV (Globo, Record, SBT, Rede TV e Bandeirantes), que só passam programas ou reportagens sobre Carnaval. Como não sou muito amante do ziriguidum, prefiro me afastar do movimento carnavalesco. Só entro na folia quando estou de plantão. E eu deveria trabalhar neste ano, se não tivesse afastado das minhas funções.

Em anos anteriores, eu consegui me afastar de tudo. Ou viajei para as praias mais distantes ou fui às cidades do interior do estado, que ficam bem longe do circuito da folia. Garanto que este ano algumas pessoas devem ter comemorado a minha impossibilidade de deslocamento para aproveitar bem o Carnaval. Afinal, quem gosta de cuidar de um acidentado em meio a essa grande festa? É mais fácil deixar isso para a família.

Apesar das minhas limitações, eu até posso comemorar como se uma escola de samba tivesse ganhado o título do ano. Entro nessa festa com avanços na recuperação. Desta forma, não sou mais totalmente um encosto na vida dos outros. Se conseguisse esse progresso antes, talvez arriscaria uma maneira de me isolar novamente, a exemplo de outros anos. Tudo bem, não podemos ter tudo o que queremos na vida.

E eu já comecei a assistir aos filmes alugados. São sete no total. Talvez eu termine todos antes da quarta-feira de cinzas porque fico mais dentro de casa. E também pretendo concluir alguns projetos nesse período em que o Brasil para totalmente. O jeito é aproveitar uma hora em que todos se esquecem da rotina do dia-a-dia como uma maneira de ganhar mais tempo.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Novas imagens da Rafaela

Acabei de acordar. Estou com muito sono e me preparo para mais um dia de recuperação antes do período do Carnaval. Quanto desespero. Enfim, levantei rapidamente da cama porque queria cumprir a promessa feita no dia anterior. Publicar mais fotos da Rafaela antes de ter recebido alta com a mãe, na Santa Casa de Suzano.

A exemplo das anteriores, a imagens foram feitas pelo tio coruja minutos antes dela deixar as dependências médicas em direção ao mundo exterior pela primeira vez. Tomara que seja bem recebida.

A tranquilidade pairou nos últimos momentos na maternidade. E nem estranhou as lentes da câmera. OIhe o detalhe do lacinho:



Aproveitei também uma luz natural do corredor para fazer mais essa:



Depois, dormia bem sossegada no colo da mãe:



Olha só como a mãe, a Elisângela, acompanhava o sono da filha:



Agora, um pequeno recurso da câmera:



A moldura escolhida acima pelo tio coruja tem um significado. Tomara que o mundo seja mais florido nos próximos anos para a sobrinha. Parece um tanto brega, mas foi a forma encontrada para desejar tudo de mais lindo à mais nova componente da família. Essas e as outras imagens estão no espaço especialmente dedicado à Rafaela, existente no lado esquerdo do blog.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

A Rafaela está em casa

Ainda bem que tudo está dentro da normalidade. Três dias após o parto ter sido realizado, a pequena Rafaela já está em casa para a alegria do pai babão, do encantado avô e da ansiosa avó. Hoje à tarde, por volta das 15h30, ela e a cuidadosa mãe, a Elisângela, receberam alta da Santa Casa de Suzano. Mais um acontecimento para eu esquecer um pouco os meus problemas e algumas decepções.

Antes de tudo, vamos às informações mais precisas, como manda o manual de um bom jornalista (algo que ainda tento ser). A mais nova componente da família nasceu com 3,29 quilos e não com 3,25 como havia escrito anteriormente. Já a medida dela estava correta: 52 centímetros. Pronto, devidamente corrigido.

Sem saber do horário da saída da mãe e filha, eu e o meu pai fomos visitá-las no hospital dentro da hora estabelecida pela administração da unidade. Quando chegamos, encontramos o Jonathan. Na ocasião, ele disse que as duas tinham recebido alta, mas só deixaria o local depois daquele momento de recepção dos amigos e parentes. Desta forma, aproveitei para conhecer a tão aguardada sobrinha.

Com passos vagarosos e ainda apoiados na bengala, me dirigi ao quarto onde a Elisângela ainda permanecia internada. Fui recepcionado pela mãe e filha. Essa última se encontrava bastante tranquila. Apenas resmungava de manha, conforme a própria Elisângela. Assim, não tinha como deixar de ser coruja. Pena que não tinha como fazer foto de mim mesmo.

Arrisquei a pegá-la no colo. Antes, peguei as instruções com a mãe para fazer isso com muita segurança. Consegui na primeira vez. A Rafaela encostou no meu braço e ficou bem serena. Ainda bem. Acho que ela foi com a cara do tio. Olha só a fisionomia dela nesse momento nas novas imagens, desta vez feitas pessoalmente pelo tio coruja:




Ao sair do quarto, eu, o pai babão e o avô bobão (consegui rimar novamente) aguardamos a saída delas. Nesse primeiro contato com o mundo exterior e sem confinamento, a Rafaela encontrou um dia de muito calor e sol forte. Para proteger disso, o jeito foi improvisar. A atenção era tanta:



No estacionamento, o Jonathan usou o meu guarda-chuva que está no carro dele já tem muita história para contar. A saída dela conseguiu quebrar o gelo do avô bobão:


Após a alta, o pai babão, a cuidadosa mãe e a pequena da família foram embora. Soube que a Elisângela recebeu uma multidão de amigas em sua casa. Ainda bem. Pelo menos, a sobrinha foi bem recebida por todos. E aguarde as novas fotos da Rafaela. Quem quiser conferir as já publicadas, poderá encontrá-las num espaço criado especialmente nesse blog.

Parecido com o pogobol

Nessa fase de recuperação, a clínica de fisioterapia virou a minha segunda casa. Passo a maior parte do tempo nesse local, depois da residência. São quase três horas de sucessivos exercícios e alongamentos. Por causa dessa convivência, os pensamentos criativos (digo, bobagens) são inevitáveis. Ao entrar na sala de reabilitação, sempre me deparo com os equipamentos. Um deles me chamou a atenção nos últimos dias. A bola feijão usada pelos pacientes é parecida com aquela de um brinquedo da década de 80. Alguém aí já pulou de pogobol?

É isso mesmo. A bola em formato oval parece com aquela utilizada nesse artigo infantil que se tornou uma verdadeira febre entre os anos de 1987 e 1991, mas em maior tamanho. Falta somente colocar a base no meio dela que serve para a pessoa ficar em cima e, desta forma, virar um verdadeiro pogobol gigante.

Na verdade, a bola feijão é aplicada em atividades que melhoram a coordenação motora, equilíbrio e fortalecimento muscular. Bastante resistente, entra na mesma linha daquela bola cinza existente nas academias, nos exercícios de Pilatos.


Ao fazer o comparativo com o pogobol, os fisioterapeutas concordaram com a semelhança. Afinal, a infância deles transcorreu exatamente no período em que esse brinquedo fazia o maior sucesso entre a criançada. Muitos meninos e meninas o levavam para a escola. Ou ainda pulavam no quintal de casa ou na calçada.


Infelizmente, eu não tive um pogobol. Mas brincava assim mesmo com um da minha prima, a Tathi, que havia ganhado dos seus pais. Eu arriscava alguns pulos no corredor do prédio onde os meus tios moram até hoje ou no apartamento da minha avó que, naquela época, era bem espaçoso. Coitada da família que morava embaixo dela. Devia escutar barulho o dia inteiro.

Por outro lado, a bola feijão usada no pogobol estava longe de ajudar na reabilitação, a exemplo daquela da clínica onde frequento. Se fosse hoje, até serviria para aumentar o número de pacientes dos fisioterapeutas. Várias crianças sofriam fraturas nas pernas ou nos braços em razão das quedas na hora de brincar. Ainda bem que eu nunca caí quando pulava em cima dele.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Nos filmes de ficção

Como manda o figurino, mais um dia de recuperação, fisioterapia e medicamentos. Seria tudo a mesma rotina se não fosse um detalhe. Vivenciei momentos inusitados, que levaram de volta aos filmes de ficção científica, do tipo Jornada nas Estrelas, Star Wars, a trilogia Matrix e outros do gênero. Isso aconteceu após ouvir barulhos semelhantes às armas de laser, aos ruídos das naves espaciais e explosões existentes nessas obras. Em vez do faz de conta da sétima arte, os sons verdadeiros vinham todos de um aparelho responsável pelo exame de ressonância magnética.




Ao contrário de ocasiões anteriores, a parte do corpo examinada desta vez foi o joelho esquerdo para atender a pedidos dos fisioterapeutas ao médico ortopedista como forma de descartar algum tipo de lesão nesse local, que sofre com insistentes dores na hora do alongamento. Para esses profissionais, o incômodo ocorre devido à fraqueza na musculatura e nas articulações de uma região responsável por receber uma boa parte do peso do corpo. De acordo com eles, a reabilitação irá aliviar o problema aos poucos. Tomara!

Ao entrar na sala da ressonância, as associações aos filmes futuristas foram inevitáveis. De cara, vi a tamanha semelhança daqueles aparelhos aos usados pelo doutor McCoy na saudosa Enterprise, do filme Jornada nas Estrelas (Star Trek). O personagem completava o trio formado pelo capitão Kirk e Sr. Spock.


O exame durou cerca de 30 minutos. Eu mal podia me mexer, segundo orientação da enfermeira. Desta forma, tudo começou com o primeiro de um total de quatro barulhos que consegui identificar. Esse parecia com as armas de laser disparadas pelos personagens da ficção científica.

Depois, o ruído mudou. Eu me recordei de uma aeronave cruzando pelo espaço à velocidade da luz. Em seguida, o som foi igual àqueles portais abertos para viajar no tempo. A memória é fértil mesmo.

Ao sair da plataforma onde fiquei, deixei a sala onde fica o aparelho de ressonância. No corredor, eu cruzei com outra paciente vestida com uma roupa toda azul fornecida pelo centro médico responsável pelos exames. Aí, pensei que a ficção tinha saído para a vida real. Até parece.

Independentemente dessas associações, a recepcionista informou que o resultado do exame ficaria pronto na próxima quarta-feira à tarde, após minha insistência para que isso fosse nessa data. Afinal, a nova consulta ao médico é na quinta-feira. Torço para que não seja nada de grave. Caso contrário, a recuperação pode atrasar.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

As primeiras imagens

Tudo em ordem lá na Santa Casa de Suzano, onde permanecem a Rafaela e a sua mãe, a Elisângela. Para quem não sabe, ela é a mais nova componente da família, que cresceu graças a um empenho inusitado do Jonathan. Desta forma, vamos atualizar as informações, conforme prometido.

A Rafaela nasceu com aproximadamente três quilos e 250 gramas. A nobre sobrinha e a mãe dela deverão deixar o hospital nesta quarta-feira (18-02). Enquanto isso, o pai babão corre atrás da burocracia como forma de aproveitar sua licença paternidade. Foi hoje mesmo ao cartório fazer o registro da menina. É o passo oficial que comprovará a sua existência nesse mundo.

Também aproveito essa oportunidade para apresentar as primeiras imagens da Rafaela para a alegria do pai bobão (no bom sentido, claro) e da avó bajuladora. As fotografias foram gentilmente cedidas pelo Edinho. Nossa, como estou formal hoje na hora de escrever.

Assim, aproveite para ver as primeiras poses feitas pela Rafaela:




Acho que ela percebeu a presença da câmera e continuou com toda essa graça, mesmo sem usar muito a sua visão:



Após as poses, o jeito foi tirar a primeira soneca da sua vida:


Parece que um parto cansa muito a beleza de um bebê. Olha só a calmaria:


Depois da fase de gravidez, abre-se mais um período de apostas entre os familiares. Com quem a Rafaela será mais parecida? Com o Jonathan, o pai babão? Ou com a Elisângela, a experiente mãe? Ficará mais ou menos japonesa ou os olhinhos não serão tão puxados? Só saberemos disso a partir do segundo mês. Enquanto isso, o jeito é bajular a mais nova parente. E olha que o tio aqui não é tão coruja...hahahahaha.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

A Rafaela nasceu

Já havia comentado antes sobre o crescimento da família nos últimos anos com a chegada de alguns "agregados". E vai mais além. Por conta disso, ocorreu uma nova expansão conforme anunciado antes por esse candidato a escritor. Como previsto pelos médicos, estamos com o mais novo membro, que abriu mais uma geração na nossa nobre árvore genealógica. Na verdade, é ela. A Rafaela nasceu aqui em Suzano. Agora sim, sou titio!!!

A sobrinha veio na noite desta segunda-feira, exatamente às 23:41. No entanto, ninguém anotou os segundos. O parto aconteceu na Santa Casa da cidade. Ainda não se sabe o peso da mais nova componente. Só informaram que chegou a esse mundo com 52 centímetros. Ela e a mãe dela, a Elisângela, passam bem na maternidade.

Desta forma, a fase de expectativa terminou para o pessoal aqui. Apesar de demonstrar tranquilidade, eu percebia uma certa tensão no pai da bebê, o Jonathan. Nada fora do normal, pois ele é navegante de primeira viagem. Para a mãe, a Rafaela é a terceira filha.

A partir de agora, a etapa deve ser de total bajulação da família. Afinal, ela é a primeira criança depois de muitos anos. Primeira neta dos meus pais e única bisneta da minha avó. Imagine só como será.

Além disso, esse nascimento também deverá transformar a vida do meu irmão. Conhecido pelas baladas homéricas, o Jonathan mudou completamente seu perfil nos últimos meses. Se acalmou bastante durante a fase de gravidez da Elisângela. Nem parecia a pessoa que conhecia antes. E o pessoal aqui apostava isso em mim por ser considerado mais calmo nesse sentido. Tomei rasteira, hahahaha.

Brincadeiras a parte, fica aqui os meus parabéns para o Jonathan e a Elisângela. Tanto ela quanto a Rafaela devem sair do hospital ainda nesta semana. Enquanto isso, apenas acompanho o crescimento da família como espectador até a chegada de alguém realmente companheira para dar a minha colaboração. Quem sabe num futuro não tão próximo?