sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
A primeira matéria de TV
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
Sobre uma emissora do Nordeste
domingo, 22 de fevereiro de 2009
Uma atitude narcisista?
As recordações sobre o assunto vieram durante mais uma sessão de fisioterapia para recuperação. Na ocasião, eu também preciso usar o espelho nos exercícios. Antes de utilizá-lo, tive uma grandiosa ideia. Coloquei o mesmo bem na entrada da sala onde os pacientes realizam as atividades de reabilitação. Quem se dirigia ao corredor de acesso, dava de cara com a própria silhueta. Será uma brincadeira boba?
Infelizmente, nenhum outro paciente se deparou com o reflexo porque uma das fisioterapeutas foi a primeira a passar no corredor. A Débora estranhou o espelho naquela posição e, evidentemente, o retirou do local onde havia colocado. Como previsto, ela perguntou quem tinha feito isso. Respondi que a ideia foi minha para o pessoal exercitar a prática narcisista. Todos os presentes na sala não se contiveram e caíram na risada. Que coisa, não é mesmo?
Agora, a parte séria e esclarecedora da história. De fato, o uso do espelho, tanto na musculação quanto na fisioterapia, serve para olhar no próprio reflexo. No entanto, não é para a prática narcisista. A iniciativa é necessária para pessoa corrigir sozinha os movimentos passados pelo educador físico ou o fisioterapeuta. Eu me lembro quando entrei pela primeira vez numa sala de aparelhos da academia. Estranhei todos aqueles espelhos. Aos poucos, entendi a necessidade deles.
Para completar, vamos à parte cultural. A origem da palavra narcisismo vem como forma de descrever a característica de personalidade de paixão por si mesmo. É derivada da Mitologia Grega. Narciso era um jovem e belo rapaz que rejeitou a ninfa Eco, que desesperadamente o desejava.

Como punição, foi amaldiçoado de forma a apaixonar-se incontrolavelmente por sua própria imagem refletida na água. Incapaz de levar a termos sua paixão, Narciso suicidou-se por afogamento. Espero ter colaborado com a parte didática, ao contar uma brincadeira que fiz no meu dia-a-dia.
sábado, 21 de fevereiro de 2009
Preparado para o Carnaval
O jeito então é procurar coisas que gosto de fazer durante as horas de lazer como forma de substituir a programação das principais emissoras de TV (Globo, Record, SBT, Rede TV e Bandeirantes), que só passam programas ou reportagens sobre Carnaval. Como não sou muito amante do ziriguidum, prefiro me afastar do movimento carnavalesco. Só entro na folia quando estou de plantão. E eu deveria trabalhar neste ano, se não tivesse afastado das minhas funções.
Em anos anteriores, eu consegui me afastar de tudo. Ou viajei para as praias mais distantes ou fui às cidades do interior do estado, que ficam bem longe do circuito da folia. Garanto que este ano algumas pessoas devem ter comemorado a minha impossibilidade de deslocamento para aproveitar bem o Carnaval. Afinal, quem gosta de cuidar de um acidentado em meio a essa grande festa? É mais fácil deixar isso para a família.
Apesar das minhas limitações, eu até posso comemorar como se uma escola de samba tivesse ganhado o título do ano. Entro nessa festa com avanços na recuperação. Desta forma, não sou mais totalmente um encosto na vida dos outros. Se conseguisse esse progresso antes, talvez arriscaria uma maneira de me isolar novamente, a exemplo de outros anos. Tudo bem, não podemos ter tudo o que queremos na vida.
E eu já comecei a assistir aos filmes alugados. São sete no total. Talvez eu termine todos antes da quarta-feira de cinzas porque fico mais dentro de casa. E também pretendo concluir alguns projetos nesse período em que o Brasil para totalmente. O jeito é aproveitar uma hora em que todos se esquecem da rotina do dia-a-dia como uma maneira de ganhar mais tempo.
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
Novas imagens da Rafaela
A exemplo das anteriores, a imagens foram feitas pelo tio coruja minutos antes dela deixar as dependências médicas em direção ao mundo exterior pela primeira vez. Tomara que seja bem recebida.
A tranquilidade pairou nos últimos momentos na maternidade. E nem estranhou as lentes da câmera. OIhe o detalhe do lacinho:
Aproveitei também uma luz natural do corredor para fazer mais essa:
Depois, dormia bem sossegada no colo da mãe:
Olha só como a mãe, a Elisângela, acompanhava o sono da filha:
Agora, um pequeno recurso da câmera:
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
A Rafaela está em casa
Antes de tudo, vamos às informações mais precisas, como manda o manual de um bom jornalista (algo que ainda tento ser). A mais nova componente da família nasceu com 3,29 quilos e não com 3,25 como havia escrito anteriormente. Já a medida dela estava correta: 52 centímetros. Pronto, devidamente corrigido.
Sem saber do horário da saída da mãe e filha, eu e o meu pai fomos visitá-las no hospital dentro da hora estabelecida pela administração da unidade. Quando chegamos, encontramos o Jonathan. Na ocasião, ele disse que as duas tinham recebido alta, mas só deixaria o local depois daquele momento de recepção dos amigos e parentes. Desta forma, aproveitei para conhecer a tão aguardada sobrinha.
Com passos vagarosos e ainda apoiados na bengala, me dirigi ao quarto onde a Elisângela ainda permanecia internada. Fui recepcionado pela mãe e filha. Essa última se encontrava bastante tranquila. Apenas resmungava de manha, conforme a própria Elisângela. Assim, não tinha como deixar de ser coruja. Pena que não tinha como fazer foto de mim mesmo.
Arrisquei a pegá-la no colo. Antes, peguei as instruções com a mãe para fazer isso com muita segurança. Consegui na primeira vez. A Rafaela encostou no meu braço e ficou bem serena. Ainda bem. Acho que ela foi com a cara do tio. Olha só a fisionomia dela nesse momento nas novas imagens, desta vez feitas pessoalmente pelo tio coruja:
Ao sair do quarto, eu, o pai babão e o avô bobão (consegui rimar novamente) aguardamos a saída delas. Nesse primeiro contato com o mundo exterior e sem confinamento, a Rafaela encontrou um dia de muito calor e sol forte. Para proteger disso, o jeito foi improvisar. A atenção era tanta:
No estacionamento, o Jonathan usou o meu guarda-chuva que está no carro dele já tem muita história para contar. A saída dela conseguiu quebrar o gelo do avô bobão:
Após a alta, o pai babão, a cuidadosa mãe e a pequena da família foram embora. Soube que a Elisângela recebeu uma multidão de amigas em sua casa. Ainda bem. Pelo menos, a sobrinha foi bem recebida por todos. E aguarde as novas fotos da Rafaela. Quem quiser conferir as já publicadas, poderá encontrá-las num espaço criado especialmente nesse blog.
Parecido com o pogobol
É isso mesmo. A bola em formato oval parece com aquela utilizada nesse artigo infantil que se tornou uma verdadeira febre entre os anos de 1987 e 1991, mas em maior tamanho. Falta somente colocar a base no meio dela que serve para a pessoa ficar em cima e, desta forma, virar um verdadeiro pogobol gigante.
Na verdade, a bola feijão é aplicada em atividades que melhoram a coordenação motora, equilíbrio e fortalecimento muscular. Bastante resistente, entra na mesma linha daquela bola cinza existente nas academias, nos exercícios de Pilatos.

Ao fazer o comparativo com o pogobol, os fisioterapeutas concordaram com a semelhança. Afinal, a infância deles transcorreu exatamente no período em que esse brinquedo fazia o maior sucesso entre a criançada. Muitos meninos e meninas o levavam para a escola. Ou ainda pulavam no quintal de casa ou na calçada.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
Nos filmes de ficção
Como manda o figurino, mais um dia de recuperação, fisioterapia e medicamentos. Seria tudo a mesma rotina se não fosse um detalhe. Vivenciei momentos inusitados, que levaram de volta aos filmes de ficção científica, do tipo Jornada nas Estrelas, Star Wars, a trilogia Matrix e outros do gênero. Isso aconteceu após ouvir barulhos semelhantes às armas de laser, aos ruídos das naves espaciais e explosões existentes nessas obras. Em vez do faz de conta da sétima arte, os sons verdadeiros vinham todos de um aparelho responsável pelo exame de ressonância magnética.
Ao contrário de ocasiões anteriores, a parte do corpo examinada desta vez foi o joelho esquerdo para atender a pedidos dos fisioterapeutas ao médico ortopedista como forma de descartar algum tipo de lesão nesse local, que sofre com insistentes dores na hora do alongamento. Para esses profissionais, o incômodo ocorre devido à fraqueza na musculatura e nas articulações de uma região responsável por receber uma boa parte do peso do corpo. De acordo com eles, a reabilitação irá aliviar o problema aos poucos. Tomara!
Ao entrar na sala da ressonância, as associações aos filmes futuristas foram inevitáveis. De cara, vi a tamanha semelhança daqueles aparelhos aos usados pelo doutor McCoy na saudosa Enterprise, do filme Jornada nas Estrelas (Star Trek). O personagem completava o trio formado pelo capitão Kirk e Sr. Spock.

O exame durou cerca de 30 minutos. Eu mal podia me mexer, segundo orientação da enfermeira. Desta forma, tudo começou com o primeiro de um total de quatro barulhos que consegui identificar. Esse parecia com as armas de laser disparadas pelos personagens da ficção científica.
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
As primeiras imagens
A Rafaela nasceu com aproximadamente três quilos e 250 gramas. A nobre sobrinha e a mãe dela deverão deixar o hospital nesta quarta-feira (18-02). Enquanto isso, o pai babão corre atrás da burocracia como forma de aproveitar sua licença paternidade. Foi hoje mesmo ao cartório fazer o registro da menina. É o passo oficial que comprovará a sua existência nesse mundo.
Também aproveito essa oportunidade para apresentar as primeiras imagens da Rafaela para a alegria do pai bobão (no bom sentido, claro) e da avó bajuladora. As fotografias foram gentilmente cedidas pelo Edinho. Nossa, como estou formal hoje na hora de escrever.
Assim, aproveite para ver as primeiras poses feitas pela Rafaela:

Acho que ela percebeu a presença da câmera e continuou com toda essa graça, mesmo sem usar muito a sua visão:

Após as poses, o jeito foi tirar a primeira soneca da sua vida:

Parece que um parto cansa muito a beleza de um bebê. Olha só a calmaria:

Depois da fase de gravidez, abre-se mais um período de apostas entre os familiares. Com quem a Rafaela será mais parecida? Com o Jonathan, o pai babão? Ou com a Elisângela, a experiente mãe? Ficará mais ou menos japonesa ou os olhinhos não serão tão puxados? Só saberemos disso a partir do segundo mês. Enquanto isso, o jeito é bajular a mais nova parente. E olha que o tio aqui não é tão coruja...hahahahaha.
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
A Rafaela nasceu
A sobrinha veio na noite desta segunda-feira, exatamente às 23:41. No entanto, ninguém anotou os segundos. O parto aconteceu na Santa Casa da cidade. Ainda não se sabe o peso da mais nova componente. Só informaram que chegou a esse mundo com 52 centímetros. Ela e a mãe dela, a Elisângela, passam bem na maternidade.
Desta forma, a fase de expectativa terminou para o pessoal aqui. Apesar de demonstrar tranquilidade, eu percebia uma certa tensão no pai da bebê, o Jonathan. Nada fora do normal, pois ele é navegante de primeira viagem. Para a mãe, a Rafaela é a terceira filha.
A partir de agora, a etapa deve ser de total bajulação da família. Afinal, ela é a primeira criança depois de muitos anos. Primeira neta dos meus pais e única bisneta da minha avó. Imagine só como será.
Além disso, esse nascimento também deverá transformar a vida do meu irmão. Conhecido pelas baladas homéricas, o Jonathan mudou completamente seu perfil nos últimos meses. Se acalmou bastante durante a fase de gravidez da Elisângela. Nem parecia a pessoa que conhecia antes. E o pessoal aqui apostava isso em mim por ser considerado mais calmo nesse sentido. Tomei rasteira, hahahaha.
Brincadeiras a parte, fica aqui os meus parabéns para o Jonathan e a Elisângela. Tanto ela quanto a Rafaela devem sair do hospital ainda nesta semana. Enquanto isso, apenas acompanho o crescimento da família como espectador até a chegada de alguém realmente companheira para dar a minha colaboração. Quem sabe num futuro não tão próximo?

